Fome emocional: a relação das emoções com distúrbios alimentares | Arita - Treinamento de Inteligência emocional

Fome emocional: a relação das emoções com distúrbios alimentares

Fome emocional: a relação das emoções com distúrbios alimentares

Na língua portuguesa, fome é o desejo ou a necessidade de se alimentar, aquele estado provocado pela falta prolongada de comida. Entretanto, essa palavra também pode ser usada para indicar a escassez de víveres, ou seja, a própria miséria. Nesse sentido, você sabia que as pessoas também sofrem de fome emocional? Nesse post vamos entender o que é isso, quais sensações afloram dela e como ela se manifesta.

Todos nós sentimos fome. Mas poucos entendem que não sentimos apenas fome física, mas também fome emocional, espiritual e mental. Quando nascemos, contamos com uma grande ajuda: nossa família nos alimenta e nos dá carinho, proteção e segurança. Ao longo da vida, nossos parentes e amigos continuam saciando grande parte desses nossos apetites.

Entretanto, em algum momento da nossa jornada, temos fome emocional. Ela ocorre quando não conseguimos atender nossas necessidades emocionais. Quando isso acontece, o indivíduo pode buscar sua própria cura aprendendo a redescobrir suas forças interiores e utilizando-as em momentos de conflito pessoal.

 

Fome emocional

A fome emocional pode ser comparada com aquela refeição que não foi bem digerida e nos deixou com fome ou mal-estar. Quando perceber uma sensação assim, pare qualquer coisa que estiver fazendo e observe se você está envolto em um turbilhão de ansiedade, mastigando o mesmo argumento ou pensando a mesma coisa pela milionésima vez.

Onde no seu corpo você está sentindo a sensação, o estresse, a tensão ou a fome? Com curiosidade pacienciosa, se pergunte:

  • O que essa parte de mim está remoendo?
  • O que essa sensação representa?
  • O que desencadeou isso?
  • Algo no meu dia que me deixou abalado, receoso ou perdido?

Nossos corpos são feitos para se curar naturalmente e alcançar o equilíbrio. Pensamentos repetitivos ou conselhos externos podem prender você ao problema por muito mais tempo do que a prática de uma boa reflexão. Ouça o silêncio que vem de você quando você diminui a velocidade e se sintoniza com seu coração e mente.

Depois de ter a clareza sobre o que está te afetando, você pode fazer algo sobre isso e criar a mudança que você precisa. A saciedade é o antônimo da fome, o sentimento de plenitude que lhe avisa que o alimento já é suficiente.

 

O que fazer?

Quando não conhecemos nossos sentimentos passamos a agir de forma reacionária e a partir de padrões que podem durar por um longo tempo. Essa repetição faz com que extravasemos apenas de maneira inconsciente. A fome emocional é um sintoma disso: como não pudemos nos livrar de alguma angústia ou preocupação que nos aflige profundamente, enfim, de um desequilíbrio, tentamos saciar isso por meio do nosso corpo, tendo na comida uma válvula de escape.

Todo mundo sabe que comer é um prazer e uma das coisas mais gostosas das quais podemos desfrutar em vida. A comida, então, acaba suprindo esse vazio emocional. Não é apenas uma coincidência que obesidade e depressão podem ser encontradas juntas facilmente. A comida está associada ao amor, porque desde muito jovem recebemos carinho, proteção e ALIMENTO de nossas mães e familiares. Por isso, a comida está fortemente ligada à sensação de segurança.

 

Arita Treinamentos

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Imagem: dragana991 | iStock / Getty Images Plus

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